A DECADÊNCIA
Após a saída do Srº José Luiz assumiram novos diretores, que elegeram o Srº José Carlos para a Presidência e começaram a fazer mudanças drásticas no clube, iniciando pela cor bordô que foi substuída pelo vermelho.
Os atletas que não aceitaram a saída do Srº José Luiz foram prontamente desligados do time. A equipe passou a jogar sem um técnico responsável a beira do campo. O Mocidade entrou em uma fase que para ser atleta o fundamental deixava de ser a categoria técnica privilegiando quem fosse amigo ou parente de diretor.
O novo presidente mudou a sede do Mocidade para o Bar do Bigode na Rua Ernesto Santos. Como na nova sede não havia espaço para os troféus, os diretores então distribuíram entre eles as taças conquistadas por suor e venderam as demais.
Aos poucos o Mocidade começou a perder sua identidade e foi apagando a imagem de time vencedor, chegando a ser motivo de piada no bairro, vendo muitos de seus ex-atletas agora reforçavam as equipes adversárias.
A TRISTE FASE DO RÁPIDO SÃO PAULO
![]() |
| Ônibus cedido pela empresa Rápido São Paulo para os jogos |
![]() |
| Camisa do Mocidade na era Rápido São Paulo |
Essa fase marcou a passagem de diretores que pouco contribuíram para a preservação do clube e que infelizmente, mesmo que por um breve tempo permitiram o time usar outro nome no lugar do oficial.
Com a saída da Rápido São Paulo novas eleições foram realizadas sendo eleito como Presidente o Sr. Eli de Oliveira, o Mané, que junto com o Carlinhos e Peres retomaram o nome Mocidade Futebol Clube, retornando as cores vermelho e branco ao uniforme do clube.
Porém, em novembro do ano 1990, em meio a crise econômica que assolava o país, chegou a fase mais difícil que o clube poderia enfrentar: sem dinheiro,sem patrocínio, sem bons jogadores e por falta de investimento da diretoria o MOCIDADE F.C. encerrou suas atividades esportivas por um breve período.
![]() |
| Em troca de patrocinio diretoria permitiu o uso de outro nome no time |




Nenhum comentário:
Postar um comentário